Uma análise jurídica de como as relações de trabalho funcionam na prática dentro da empresa, para identificar onde estão as exposições e o que deve ser tratado primeiro.
Conduzido pela Dra. Ana Paula Bueno. Reuniões presenciais ou on-line.

O risco trabalhista começa na operação, não no processo.
Premiações sem critérios documentados, um prestador PJ com rotina de empregado ou um banco de horas sem regra escrita podem permanecer na rotina sem revisão jurídica. O diagnóstico examina os documentos e a operação para identificar exposições e orientar prioridades.
Registra os achados, os documentos examinados e os pontos que exigem atenção jurídica.
Organiza as exposições identificadas por tema e prioridade de tratamento.
Indica medidas recomendadas para orientar as próximas decisões da empresa.
Esclarece os achados e as recomendações com sócios, gestores e RH.
Modalidades de contrato, prestadores PJ e terceirizados, e o risco de reconhecimento de vínculo de emprego.
Controles de ponto, horas extras, banco de horas e compensação, jornada externa e cargos de confiança.
Salários, comissões, premiações e bonificações, com confronto entre os controles de ponto e os holerites.
Documentos dos empregados, regulamento e políticas internas, advertências e rescisões.
Conversa com sócios, gestão e RH para entender a operação e definir o escopo.
O escritório envia a lista do que precisa; a análise começa com o recebimento.
Exame jurídico dos documentos, confrontado com a forma como a rotina realmente acontece.
Achados por tema, mapa de risco e plano de providências por prioridade.
Reunião para explicar os achados e as providências recomendadas à gestão.
Serviços jurídicos complementares exigem contratação própria. Atividades contábeis, de departamento pessoal e avaliações técnicas de saúde e segurança do trabalho dependem dos profissionais responsáveis.
A empresa decide como seguir: executar as providências com a própria equipe, contratar o Projeto de reorganização trabalhista ou contar com a Diretoria jurídica trabalhista externa. O diagnóstico é um serviço completo em si e não obriga a nenhuma contratação posterior.
Prazo e honoráriosDefinidos em proposta individual, de acordo com o número de colaboradores, a estrutura da empresa e o volume de documentos.
SigiloOs documentos e as informações dos empregados são tratados com sigilo profissional e usados apenas para a análise contratada, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados.
Sim. O diagnóstico pode ser realizado mesmo sem processos. Quando existentes, as ações podem contribuir para a análise, conforme o escopo.
O trabalho é organizado para reduzir interferências na rotina, com participação dos responsáveis no fornecimento de informações e nas reuniões.
Podem participar, principalmente no envio dos documentos. O diagnóstico não substitui o trabalho deles: examina o aspecto jurídico das práticas.
Podem ser presenciais ou on-line, à escolha da empresa.